Ingredientes principais:

Sapato confortável, água, disposição, curiosidade, paixão por viajar e pouca grana (Sempre que possível).

Mostrando postagens com marcador Rio de Janeiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rio de Janeiro. Mostrar todas as postagens

domingo, 20 de julho de 2008

Rio de Janeiro (Parte 1) - Santa Teresa

Depois de muitos debates e conjecturas, o destino apropriado $$$, culturalmente estimulante $$$ e inesquecivelmente enriquecedor $$$: Rio de Janeiro.
Decidido o local, passamos ao meio de transporte mais adequado $$$. Resultado: de carro.
De Piracicaba (minha atual residência) até a cidade do Rio de Janeiro, são aproximadamente 450 Km. Com duas paradas para abastacer o corpo e desabastecê-lo também, foram cerca de 6 horas de viagem. Visto que a rota inicial tinha como fim a cidade de Buenos Aires, praticamente trocamos seis por meia dúzia, não é mesmo?! :)

Dica 1: Não contei o número exato de pedágios, foi o seguinte, aproximadamente: na Dutra foram 3 de R$ 7,80 e 1 de +/_ R$ 3,90; na Bandeirantes, 1 de +/-R$ 5,20 e na Dom Pedro, 1 de R$ 8,20.
Dica 2: O álcool no Rio de Janeiro é caríssimo!! Tinha até de R$ 1,80 o litro.

Optamos pela hospedagem num Hostel (os famosos albergues de mochileiros) que sem dúvida alguma é a opção mais confortável e descolada diária a um custo razoavelmente baixo (Em torno de R$ 28,00 o quarto coletivo, muitas vezes com direito a internet e café da manhã). Para quem quer, além de gastar pouco, conhecer pessoas do Brasil e do mundo se aventurando por aí, bingo!

Bondinho passando em frente ao hostel.

Os hostels também têm a vantagem de contar com uma cozinha de uso coletivo. Pra que saber pelo menos fazer um ovo frito e um miojo ou um sanduíche e não está afim de gastar com restaurantes, é perfeito.

Se não for seu perfil, se não faz questão de interagir com nada nem ninguém além do mar, do céu e do verde e não está assim tão preocupado com o bolso, meu conselho é procurar um hotel com um mínimo necessário de estrelas.

O nosso albergue eleito foi o Trip Hostel, localizado no bairro de Santa Teresa. A recepcionista russa Zorina e a ajudante maranhence Cláudia, são uma simpatia só.

Santa Teresa é conhecido por abrigar artistas e aspirantes. Fica coladinho no boêmio bairro da Lapa, que por sua vez é ao lado do Centro da cidade. Muito estratégico.

Santa Teresa

A arquitetura do bairro é bastante peculiar em relação ao restante da cidade: construções antigas que abrigam um pouco de tudo (bares, restaurantes, cinema, lojinhas, parques e museus), um bonde que sobe o bairro todo (ou quase) por R$ 0,60.
Museu Castro Maya - Chácara do Céu

Chácara das Ruínas

Todas as ruas, além de íngrimes, são de paralelepípedos. Ou seja, quem faz a linha Barbie Girl, caso não queira rolar ladeira a baixo, um bom conselho é não tirar os scarpins e as plataformas do closed e aderir as boas e velhas Havaianas ou um tênis da moda se preferir (desde que seja anti-derrapante).

Até cinema tem em Santa Teresa: uma sala super charosa de aproximadamente 40 lugares, administrada pela prefeitura regional. Sempre exibe filmes interessante e que nem sempre fazem parte do circuito nacional/mundial. Eu assisti um brasileiro chamado Estômago e um inglês; Efeito Dominó. Estava passando também as crônicas de Nardia, mas esse eu dispendei. Os outros dois recomento!

Santa Teresa também dispõe de muitos bares e restaurantes, que agradam aos mais diversos estilos e paladares. Alguns oferencem música também: chorinho, bossa e afins.

Dá para conhecer toda redondeza de Santa Teresa a pé e como é tudo muito arborizado, sempre terá uma sombrazinha para resfrescar o coco.

Próximo ao ponto do bonde, à noite, sempre rolam algumas festinhas ao ar livre, regadas a samba e mbp. Neste mesmo ponto, durante o dia também dá para pegar um ônibus (206) que para "bem pertinho".

Mas sobre o Corcovado e outros pontos turísticos eu falo na próxima.

Até.